Hiperaldosteronismo primário não diagnosticado: impactos na progressão para insuficiência renal terminal

Autores

  • Elis Regina Pessin Albieri Pisciolaro Hospital Estadual Vila Alpina – São Paulo (SP), Brasil.
  • Mateus Almeida Silva Hospital Estadual Vila Alpina – São Paulo (SP), Brasil.
  • Irineu Francisco Delfino Silva Massaia Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil.

Palavras-chave:

hiperaldosteronismo primário, hipertensão secundária, insuficiência renal terminal, diagnóstico tardio, espironolactona

Resumo

Introdução: O hiperaldosteronismo primário (HAP) é uma causa frequente, porém subdiagnosticada, de hipertensão secundária. Sua
identificação precoce é crucial para evitar desfechos graves como insuficiência renal terminal. Relato de caso: Mulher de 28 anos com
hipertensão refratária desde os 22 anos evoluiu para Doença Renal Crônica (DRC) terminal sem investigação prévia para causas secundárias.
Após internação com disfunção renal grave e sinais clínicos sugestivos, o diagnóstico de HAP foi confirmado por dosagem da relação aldosterona/renina. Iniciou-se tratamento com espironolactona, com melhora do controle pressórico, mas sem reversão da DRC. Discussão: O caso ressalta a importância da investigação precoce do HAP em pacientes jovens com hipertensão resistente, visto que o tratamento adequado pode prevenir complicações irreversíveis, como a insuficiência renal terminal. Conclusão: O diagnóstico tardio do HAP pode resultar em morbidade grave e irreversível. Estratégias para rastreamento precoce devem ser reforçadas, especialmente em populações de risco.

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Publicado

2026-10-13

Como Citar

Pisciolaro, E. R. P. A., Silva, M. A., & Massaia, I. F. D. S. (2026). Hiperaldosteronismo primário não diagnosticado: impactos na progressão para insuficiência renal terminal. Journal of Health & Construction Synergies, 1(2). Recuperado de https://revistaiepacjhcs.com.br/revista/article/view/15

Edição

Seção

Casos Clínicos