Sepse na ginecologia e obstetrícia

Autores

  • Kelly Priscila Santos Azevedo Hospital Estadual Vila Alpina – São Paulo (SP), Brasil.
  • Daniel Robson de Jesus Hospital Estadual Vila Alpina – São Paulo (SP), Brasil.
  • Alessandra Cristina Martins Hospital Estadual Vila Alpina – São Paulo (SP), Brasil.
  • Emidio Manuel Pereira Gomes Junior Hospital Estadual Vila Alpina – São Paulo (SP), Brasil.

Palavras-chave:

sepse, ginecologia, obstetrícia, saúde materna, tecnologia biomédica

Resumo

A sepse durante a gestação apresenta características fisiológicas particulares, o que exige conhecimento aprofundado para a identificação e o manejo eficaz das pacientes. A presença do feto torna a abordagem ainda mais letal. A rápida identificação e intervenção são fundamentais, de acordo com as diretrizes do Instituto Latino-Americano de Sepse. Este estudo desenvolveu uma ferramenta informatizada para agilizar o processo de diagnóstico de sepse obstétrica com o objetivo de garantir a sobrevivência da gestante ou puérpera. A ferramenta foi implementada em janeiro de 2024, no Hospital Estadual Vila Alpina, promovendo a abertura precoce do protocolo de sepse obstétrica. De janeiro a julho de 2024, o tempo médio para a abertura do protocolo foi de 33 minutos, com 100% de sucesso no manejo de infecções, sem óbitos ou evolução para sepse/choque séptico. O uso da ferramenta demonstrou eficácia na redução de falhas na abertura do protocolo e custos operacionais.

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Publicado

2025-06-27

Como Citar

Azevedo, K. P. S., Jesus, D. R. de, Martins, A. C., & Junior, E. M. P. G. (2025). Sepse na ginecologia e obstetrícia. Journal of Health & Construction Synergies, 1(1). Recuperado de https://revistaiepacjhcs.com.br/revista/article/view/9

Edição

Seção

Artigos de Revisão Clínica