Integrando tecnologias: a termografia infravermelha como método de avaliação e no tratamento termoguiado do Ambulatório da Dor

Autores

  • Marina Pinheiro Teixeira Serviço Social da Construção Civil – São Paulo (SP), Brasil.
  • Alexandre de Castro Costa Serviço Social da Construção Civil – São Paulo (SP), Brasil.

Palavras-chave:

Termografia Infravermelha, Ambulatório da Dor, Dor Aguda, Tratamento Termoguiado, Avaliação Térmica

Resumo

O Ambulatório da Dor, implantado no início de 2023, visa fornecer assistência rápida e eficaz a pacientes com dor aguda ou crônica, evitando a perda funcional. A dor é um problema significativo de saúde pública, sendo a principal causa de absenteísmo e de procura por atendimentos médicos. A avaliação precisa da dor é crucial para a escolha do tratamento adequado, sendo a utilização de métodos diagnósticos inovadores fundamental nesse processo. A termografia infravermelha destaca-se como uma ferramenta eficaz e não invasiva, proporcionando informações sobre variações térmicas na superfície da pele, que podem refletir processos inflamatórios e alterações fisiológicas associadas à dor. Este estudo investiga a aplicabilidade da termografia no Ambulatório da Dor, destacando seu potencial como recurso complementar no diagnóstico e no tratamento de dor aguda ou crônica agudizada. A metodologia envolve a realização de uma avaliação físico-funcional abrangente, com a coleta de dados clínicos e a utilização da termografia infravermelha. Os resultados demonstram uma melhora significativa na dor e na mobilidade articular, evidenciada pela redução das assimetrias térmicas e pela melhoria no índice de efetividade terapêutica. A integração das avaliações ao protocolo de atendimento do ambulatório impacta positivamente a qualidade do atendimento e o manejo da dor.

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Publicado

2025-06-27

Como Citar

Teixeira, M. P., & Costa, A. de C. (2025). Integrando tecnologias: a termografia infravermelha como método de avaliação e no tratamento termoguiado do Ambulatório da Dor. Journal of Health & Construction Synergies, 1(1). Recuperado de https://revistaiepacjhcs.com.br/revista/article/view/13

Edição

Seção

Casos Clínicos